A ausência ou falha dos sistemas de impermeabilização pode gerar diversas patologias construtivas, comprometendo a durabilidade, a segurança e o desempenho da edificação. Em muitos casos, os danos evoluem progressivamente, aumentando significativamente os custos de manutenção e recuperação estrutural.
Entre as principais patologias relacionadas à falta de impermeabilização destacam-se:
- Infiltrações e vazamentos;
- Umidade ascendente e umidade por percolação;
- Mofo, bolor e proliferação de fungos;
- Eflorescências e manchas;
- Desplacamento de revestimentos e pinturas;
- Deterioração de argamassas e concretos;
- Corrosão das armaduras do concreto armado;
- Carbonatação acelerada das estruturas;
- Fissuras e trincas decorrentes da degradação dos materiais;
- Goteiras e danos em forros e acabamentos;
- Comprometimento térmico e redução do conforto ambiental;
- Degradação de equipamentos e instalações;
- Redução da vida útil da estrutura.
- Em ambientes industriais ou sujeitos à ação de agentes químicos agressivos, a falta de impermeabilização adequada pode acelerar processos corrosivos e causar danos severos às estruturas e áreas operacionais.
Por isso, a impermeabilização deve ser tratada como um sistema essencial da edificação, sendo corretamente projetada, especificada e executada de acordo com as características de cada ambiente e com as normas técnicas aplicáveis.